Características
Mirimiri é uma prática corporal manual Māori. Integra o contexto mais amplo do rongoā Māori, que também pode incluir preparações vegetais, conversa e práticas espirituais; não é sinónimo de toda essa tradição. A norma Tikanga ā-Rongoā de 2014 descreve essa tradição como uma relação integrada entre bem-estar, cultura e ambiente, e não como um catálogo de técnicas isoladas. [1] [2] [3]
História e transmissão
A Te Ara descreve o rongoā como conhecimento transmitido oralmente e regista um interesse renovado a partir do final do século XX. Também descreve a transmissão através de whānau, hapū e iwi. Isso não estabelece um fundador único, uma data exata de início ou uma sequência moderna de massagem uniforme. [4] [5]
Como se desenvolveu um quadro voluntário
O documento Tikanga ā-Rongoā de 2014 relaciona sua elaboração ao plano de desenvolvimento do rongoā do Ministério da Saúde de 2006 e aos hui realizados por Aotearoa. Descreve a colaboração com o setor e reconhece os tikanga regionais. Registra a criação de um quadro voluntário de qualidade dos serviços, não o início do mirimiri. Expectativas comuns não apagam a autoridade local nem demonstram métodos idênticos entre todos os praticantes. [3]
A pessoa que recebe cuidados tem voz
O mesmo quadro de 2014 aborda privacidade, espaço pessoal, escolha informada e consentimento. Também pede tempo para kōrero e comunicação em forma e língua compreendidas pela pessoa. Essas disposições tratam da relação de cuidado, não apenas de movimentos das mãos. Citá-las não verifica o cumprimento por um prestador específico nem mede eficácia clínica. [3]
Um relato datado de organização coletiva
O texto de Rhys Jones publicado no Te Ara em 2012 situa a criação de Ngā Ringa Whakahaere o te Iwi Māori em 1993 e descreve seus objetivos de apoiar e proteger práticas de cura maori. Acrescenta um exemplo identificado de organização coletiva à transmissão familiar e comunitária. O relato não estabelece a composição atual da organização ou autoridade sobre todos os praticantes; 1993 não é a origem do mirimiri. [5]
Técnicas
Os termos Māori devem permanecer visíveis. A ACC descreve mirimiri e romiromi como práticas corporais do rongoā Māori; isso não justifica equipará-las automaticamente à massagem sueca ou a serviços comerciais de massagem dos tecidos profundos. [2]
Esta é uma introdução cultural, não um guia para realizar um tratamento específico. Para a massagem em geral, o NCCIH recomenda perguntar sobre a formação e a experiência de quem a pratica, consultar um profissional de saúde em caso de dúvida sobre a adequação à própria situação e não adiar uma avaliação médica. Estas orientações gerais não estabelecem a segurança de todas as práticas chamadas mirimiri ou romiromi, nem do rongoā Māori como um todo. [6]
Evidências e limitações
Esta é uma descrição cultural. O reconhecimento numa enciclopédia ou num serviço de reabilitação não mede, por si só, um efeito terapêutico. Esta visão cultural não estabelece eficácia clínica nem sugere que este cuidado substitua uma avaliação ou um tratamento médico necessário. [1] [2]
Fontes
Relato histórico, norma de serviço e apresentação de um serviço
O relato de Te Ara de 2012 fornece contexto histórico. O documento Tikanga ā-Rongoā de 2014 estabelece um enquadramento cultural voluntário para serviços, enquanto a ACC descreve o seu serviço de rongoā. Estes documentos têm finalidades diferentes; nenhum é um ensaio clínico de mirimiri. A sua origem institucional não certifica todos os praticantes nem substitui as perspetivas dos detentores de conhecimentos Māori. [5] [3] [2]
História e transmissão · Evidências e limitações · Significado cultural e evidência clínica respondem a perguntas diferentes
- Te Ara — Mirimiri ↗
- ACC — About our Rongoā Māori Service ↗
- Ministry of Health NZ — Tikanga ā-Rongoā (English, 2014) ↗
- Rhys Jones / Te Ara — Understanding rongoā ↗
- Rhys Jones / Te Ara — Rongoā today ↗
- NCCIH — Massage Therapy: What You Need To Know ↗
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